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Caminho do ouro
Detalhe do calçamento da estrada
Algumas cidades são famosas por suas praias, outras por seus monumentos históricos e algumas por seus atrativos ecológicos como trilhas e cachoeiras pelas matas. Paraty é esta terra abençoada que consegue reunir todos estes atrativos de uma só vez.
 

Da maravilhosa baía de mar verde e calmo e do seu singelo casario colonial, muito já se falou. Mas pouca gente sabe que a história desta cidade está intimamente ligada a uma velha trilha dos índios Guaianás, que mais tarde veio a ser uma das mais importantes vias de entrada para o interior do país, ligando o litoral às Minas Gerais: O Caminho do Ouro, ou Estrada Geral da Serra do Mar.

 
Esta trilha, depois calçada com pedras e intensamente utilizada tanto no século XVIII para o transporte do ouro das minas até o Rio de Janeiro e daí para Portugal, como no século XIX, quando trazia para o litoral a produção de café do Vale do Rio Paraíba, sempre esteve intimamente ligada a historia da cidade que teve os seus altos e baixos sempre de acordo com o movimento de tropeiros que por ela passavam.
 
Abandonada desde o final do século passado, quando a chegada do trem de ferro e a abolição da escravatura tentaram decretar o final de sua vida útil, a velha trilha Guaianá, posteriormente, único caminho oficialmente permitido para a passagem do ouro das minas, ressurge como uma interessantíssima atração de turismo histórico e ecológico.
 
 
Em Paraty, um trecho da Estrada Geral da Serra do Mar, ou Estrada da Serra do Facão, que está sendo recuperado graças ao esforço particular do Sítio Histórico e Ecológico do Caminho do Ouro - Sh-eco, está aberto para visitação, oferecendo um magnífico passeio onde se encontram além da interessante engenharia de sua construção, belas cachoeiras, uma incrível vista da baía da Ilha Grande, e, ainda de quebra, toda a exuberância da Mata Atlântica à sua volta.
 
Passear pela velha trilha Guaianá, o incrível Caminho do Ouro, a importante Estrada Geral do tempo da economia cafeeira, é sentir subir pelos seus pés a energia fantástica destes tempos gloriosos da história do Brasil. Uma experiência que não pode ser perdida.
 
Dados Interessantes Sobre o Caminho do Ouro:
 
"O primeiro registro escrito que se tem do Caminho é de 1596, quando Martim Correia de Sá teria entrado por esta trilha com 2000 índios e 700 spacers supostamente em guerra contra os Tupinambás.
"Entre 300.000 e 600.000 portugueses migraram para o Brasil, só no século 18, atraídos pelo ouro das minas.
 
"No início da corrida do ouro (1701 e 1707) há grandes fomes em Minas. Come-se raízes e répteis. Uma galinha chega a valer seu peso em ouro.
 
"A coroa proíbe estradas carroçáveis. Trilhas de índios e de bandeirantes são usadas para transporte feito por índios e escravos. Mais tarde, mulas. As tropas são de 50 a 300 animais, cada um levando de 100 a 180 kg.
 
"O ouro do Brasil financia o fausto de João V (por exemplo a construção do Palácio-Convento de Mafra), cobre o crônico déficit comercial luso e joga papel fundamental na acumulação de capitais que prepara a Revolução Industrial. Saíram do Brasil de 200 a 600 toneladas de ouro, segundo alguns historiadores
 
"Os 1.200 km de estrada calçada que uniam Diamantina a Paraty são um trabalho de engenharia portuguesa e mão-de-obra escrava.
"Em 1728, dezesseis mil cabeças "de homens, animais e escravos" passam pelo Caminho, pagando pedágio de duas patacas e quatro vinténs por cada pessoa, e quatro patacas por cada animal.
 
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