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CASA DA FARINHA
 
A mandioca e planta que se difundiu por toda a zona tropical da África e América, de onde e nativa, tendo sido domesticada provavelmente no Brasil.

Nos primeiros tempos da colonização, os portugueses encontraram-na como um dos principais cultivos dos indígenas.

Durante toda a fase colonial ela foi da maior importância na dieta alimentar, não se registrando, ate nossos dias, transformações significativas referentes a maneira como e cultivada e transformada em alimento.
 
A produção de farinha no estado do Rio de Janeiro predominantemente artesanal, fazendo uso da tradicional casa de farinha, onde se encontra todo o equipamento necessário ao processamento da mandioca. 

Nas roças de subsistência da população rural plantam-se as duas variedades de mandioca – a doce (também chamada aipim) e a brava.  

A farinha produzida e quase que inteiramente pro gasto", isto é, para consumo da família, sendo vendida somente quando a quantidade produzida excede as necessidades de consumo próprio. As "ramas" de mandioca são plantadas de junho a setembro, brotam em 20 dias e levando um ano para alcançar o ponto ideal de colheita.  

As raízes são então arrancadas e transportadas em grandes cestos ate a casa de farinha. Portanto, o processamento da mandioca neste local e uma etapa de um processo mais amplo, que tem inicio no cultivo da planta. Na casa de farinha as raízes são lavadas, descascadas e raladas na cevadeira (também chamada ralador, raladora ou rodinha), peça cilíndrica provida de laminas e ligada a uma roda. A cevadeira e acionada por uma manivela ou movida a burro.

Quando não se dispõe de urna cevadeira, as raízes são picadas em pedaços pequenos pelas mulheres, crianças e empregados.
A massa ralada e depositada nos "tapitis" – cestos de taquara – colocados sobre a base da prensa em uma escavação com o mesmo formato e diâmetro do cesto, para que ele caiba exatamente naquele local, chamado "queijo".

0 fuso e girado para descer com seu peso sobre o "tapiti", amassando-o. 0 tecido flexível de taquara do "tapiti" se distende deixando passar o suco tóxico da mandioca brava  

Uma vez retirado este suco pela prensagem, a massa pode ser torrada e consumida sem risco. Antes, porem, a massa e peneirada ate que se obtenha a consistência e uniformidade ideais para a farinha, o que e feito em peneiras de taquara trançada.

A torrefação, ultima etapa da preparação da farinha, e feita em tachos sobre um forno de barro, onde mexe-se constantemente o conteúdo com um "rodo" de madeira ou com "facas". Alem da farinha, faz-se também na casa de farinha o polvilho para beijus e bolos.

 
 
 
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