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Maçonaria em paraty
 

Consta que todo o inicio aconteceu com o inconfidente mineiro Salvador Carvalho do Amaral Gurgel, nascido por volta de 1752 e formado em médico cirurgião e que foi clinicar em Vila Rica.

Por sua amizade com paratynet inconfidentes, foi Indiciado como participante da "Conjuração Mineira", julgado e exilado para Moçambique, na África, aonde veio a falecer.

Seus restos mortais se encontram no Panteão dos Inconfidentes, em Ouro Preto.

Tem se conhecimento da maçonaria em Paraty, no final do século XVlll, se bem que a primeira loja maçônica tenha surgido somente em 1801, no Brasil.
“A maçonaria permite a liberdade de pensamento e de expressão religiosa e política, e exatamente por isso acolheu muitos intelectuais e livres pensadores, inconformados em se subjugar à doutrina e política impostam pelo catolicismo”.

Ao se sentirem perseguidos, buscam eles o novo mundo, o mundo novo dos santos, da liberdade livre do bagaço da inquisição. Uma das portas de entrada deste novo mundo é Paraty, porta do Eldorado das Minas Gerais, porta de entrada para o interior do país, porto importante e parada obrigatória dos navios oriundos da Europa, "cidade Livre”.

Em Paraty, arribam e passam estes forasteiros esclarecidos, ou "iluminados" (conto lhes chama Pina Munique, intendente da Rainha D. Maria l, de Portugal, a exercer suas funções na cidade influindo de forma decisiva na vida quotidiana dos habitantes e até na estrutura arquitetônica da vila “)”.
O alinhamento dos prédios, inclusive certas plantas dentro do esquadro.

Nas mesmas encruzilhadas sobre os cunhais se encontram faixas decorativas com elementos a que se atribuem significados: estrelas de Salomão, estrela de Davi, lua em minguante, lua em crescente, etc.”.
“A Loja Maçônica de Paraty, instalou - se em 1834, e se chamava União e Beleza”.

“Com o fechamento da Loja União e Beleza, foram doados a Câmara de Vereadores de Paraty, os sofás e as almofadas encimadas pela estrela de Davi bastões, etc. Até hoje este material se encontra servindo a Câmara de Vereadores de Paraty”.

E em tudo que acabamos de relatar e expor, sobejam evidências da existência da maçonaria e sua influência nos destinos de Paraty “.

Em pesquisa oral, ouvimos de moradores antigos a versão narrada por um ex-escravo, chamado Sebastião (pessoa a quem o pesquisador conheceu quando criança) de que homens trajados de preto e usando luvas negras se reuniam na Toca do Caçununga.

– Pesquisando, descobrimos que os membros do Clube das Luvas Negras, que eram os justiceiros da Maçonaria e encarregados de julgar os Irmãos faltosos, se reuniam em lugares ermos, de preferência nos cemitérios onde os defuntos não poderiam testemunhar nada. Curiosamente, na década de 70, num trabalho de arqueologia, descobriu-se que a Toca do Caçununga, uma gruta de pedra afastada da cidade, que é um Sambaqui, era um cemitério indígena.

E faz uma revelação surpreendente: – Consta que Silvio Romero, o grande historiador brasileiro, que foi Juiz de Direito em Paraty, era membro do Clube das Luvas Negras, talvez como presidente. Sabe-se que nos escombros da casa onde ele morou foram encontrados um avental de Maçom, as luvas negras e a espada.

Continua

 
 
 
 
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